domingo, 6 de agosto de 2017

Antes de ir de férias

Costuma-se dizer que "quem não chora, não mama" e depois do último post onde "chorei" que andava a gradar demasiado, aproveito agora o tempo que tenho antes das férias para vos deixar dois curtos relatos com (finalmente) umas capturas :)

A primeira investida calhou num dia de condições duvidosas. Previsões a roçar o ideal, poderia o windguru estar enganado, tanto a favor ou contra. Arrisquei na mesma e o windguru acabou por estar contra, o que era mau para mim...

Devo ter feito no máximo uns 4 lançamentos para chegar à conclusão que simplesmente não dava. Tive que tomar uma decisão. Vou espreitar outro spot para ver se está com condições, senão, vou para casa!

Chego ao spot e encontro uma zona com bom aspecto, um espumeiro certinho e o vento nem vê-lo... Parece que ainda não vou para casa!

Começo por fazer alguns lançamentos em leque para explorar a zona e fazer reconhecimento das pedras no caminho até me sentir confortável. Estou eu entretido a fazer lançamentos e recolhas, quando de repente.... Um toque!

Uma boa pancada, uma primeira corrida, mais outra corrida.... E eu impávido e sereno, a lutar com o peixe mas a pensar cá para mim "da maneira como tens andado, ainda se vai soltar...."!!

Depois de controlado o peixe, começo a puxá-lo para próximo de mim. Calmamente, contorno umas pedras que estavam pela frente, encalho o peixe e.... Já está!!!

Agora sim! Finalmente, acabou-se a maré de grades seguidas!!!
Bom robalo perto dos 2kg!

Olha a bela da selfie!!

Agora sim, feliz com a captura!! :)
Contente por já ter a noite safa, lá continuei à procura de mais algum que estivesse perdido pela espuma. O tempo passa, trocam-se amostras e sem mais sinal dos peixes. A maré começa a virar, é altura de insistir mais um pouco ou dar por terminada a pesca.

Estaria já com uma meia-hora de enchente quando tenho mais um ataque, este não tão energético mas bom lutador na mesma! Repete-se o processo, calma na luta para ter controlo da situação. Peixe encalhado, peixe no grip e.... Mais um!!
Elegante peixe, com 1.4kg

Mais uma selfie :)
Pouso o peixe na pedra para tirar o alicate e eis que acontece algo... O peixe dá um alto, o grip fica preso na pedra e faz alavanca na fateixa. Só me apercebi do resultado do salto quando fui para desferrar o peixe, um dos olhais partiu e ficou a fateixa pendurada na beiça do peixe... Ora bolas!!!

E logo na amostra que estava a dar peixe....
Amostra estragada....
Ainda fiz mais alguns lances mas a maré já estava a avançar. Acabei por dar por terminada a pesca um pouco depois e regressei a casa, contente e a cheirar a peixe!





O segundo relato foi uma outra noite de investida com o João. Desta vez as previsões estavam certas, mas o pesqueiro não mexia como era suposto. Tentamos durante meia-hora bater bem o sitio mas simplesmente não estava bom.
Sugeri então irmos onde tinha estado na última vez.

Amostras na água novamente e terão passados uns 15mins até o João ferrar um pequenote que se desferrou mesmo ao levantar. 5mins depois, ferra outro igual e desta vez tirou.
Ao mesmo tempo, eu apanho um pequenote que, sinceramente, acho que era mais pequeno que a amostra!!!
Micro Labrax :)
Passaram uns 20mins e volto a ter peixe ferrado, este já dava a entender ser maiorzinho. Não me enganei e acabou por ficar de fora!
Mais um bonito robalo!

DUO engana mais um....
Nada mais mexeu depois dessa captura, acabamos por dar por terminada a pescaria. Que acabou por ser precisamente a última antes de rumar a novos mares :)

Agora, vêm aí as férias e com elas vêem novos pesqueiros com (espero eu) novas aventuras cheias de capturas e histórias para contar! Um pequeno spoiler: algumas amostras poderão sofrer danos irreversíveis.... ;)

Um abraço e até ao final de Agosto!!!
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terça-feira, 11 de julho de 2017

Algo vai mal no reino da Dinamarca

Quando Shakespeare escreveu Hamlet, para além da famosa "ser ou não ser, eis a questão", uma outra frase ficou para a história - "Algo vai mal no reino da Dinamarca". Referia-se, na altura, a casos de traição, assassinatos, corrupção e afins que existiam no reino da Dinamarca.

Neste caso algo vai mal, mas não na Dinamarca. Algo vai mal em qualquer sítio onde ultimamente nos dirigimos para fazer umas pescas.
Não há traições ou assassinatos. O que vai de mal é um mal comum... Mas então, o que vai mal?

O que vai mal são as grades! Sim, também gradamos. E muito. Bastante! E não gostamos disso!


Nos últimos tempos, temos feito algumas investidas em diferentes locais, diferentes abordagens, diferentes horas e até alturas da maré. Ou há um toque mas não ferra, ou ferra mas solta-se depois, ou então simplesmente não dão sinal...

Numa dessas investidas, sem grande moral e esperança, o Leiteiro de serviço acabou por tirar um bonito pregado, nem se sabe como, mas o que conta é que veio cá para fora! Mais um insólito para a team...
Se o Grigas em tempos apanhou um linguado, agora o João apanha um pregado.... Está mesmo visto que vou apanhar uma solha um dia destes!

Só espero é que não seja uma solha na cara! :)
Leiteiro e o pregado!
Houve tentativas seguidas durante um fim de semana na zona de S. Martinho. O resultado foi o mesmo...
Fosse durante o dia ou à noite, não conseguíamos descobrir o caminho secreto para os robalos (ou outro peixe qualquer, na verdade...)

Preparar o material
Procurámos na manhã de Sábado: Grade #1
Investimos na noite de Sábado: Grade #2
Voltámos a molhar as amostras na manhã de Domingo: Grade #3

O que nos vale é que andamos sempre bem dispostos, mesmo quando as coisas não correm como queremos ou esperamos :)
"Mais uma", era o que estávamos a dizer :)
Depois de lavadas, são postas a secar...
Material e mais material e ainda mais material....!
As contagens de grade aumentam, uma a seguir a outra, investida atrás de investida. A passar a dezena. Já tinha dito que não gostamos de gradar? Pois...

Trocámos as investidas nocturnas pelas matinais. O resultado mudou para mim, mas apenas ligeiramente... Desta vez consegui enganar um robaleco que acabou por voltar para a água, captura que me deixou com um sorriso imenso e a suspirar de alívio.

....Ia já com 15 grades seguidas....
O meu safa-grades!
Obviamente, estou a sorrir!
Acabámos por não regressar de mãos a abanar. Com alguma mestria e sorte conseguimos apanhar um bom polvo à mão. Por pouco não escapava, o viscoso!
Bom polvo para alegrar a manhã
Algo vai mal aqui pelos lados da Team Bobadela.... Será caso para dizer "Gradar ou não gradar, já não é uma questão"!
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Eu nem queria ir...

O relato seguinte aconteceu não há muito tempo atrás, numa altura em que o Grigas me estava a chatear e insistir bastante para irmos ao Tejo atrás das corvinas.

Sinceramente, não é um tipo de pesca que me agrade... Passo a explicar: não gosto, nada mesmo, de pescar no meio da confusão e loucura que existe à volta delas. As pessoas perdem muitas vezes a capacidade de serem racionais e humanas, transformando-se em bestas, estúpidas e egoístas. Confrontos e trocas de bocas não é comigo, perder material por azelhice de outros que não sabem o que estão a fazer também não!

Por isso, prefiro dizer que não e aproveitar momentos a sós no mar do que ir atrás delas!

Mas a vontade e persistência do Grigas para irmos era mais que muita e então fizemos um acordo: vamos ao mar pela manhã e depois ao final do dia vamos atrás delas. Assim ficamos os dois contentes e é o mais justo!



Logo pela manhã encontrámos um mar forte, com sol a pique e, a menos que aparecesse um peixe perdido do nada, era grade certa. Insistimos, procurámos, trabalhámos amostras, vinis e zagaias mas estava-se mesmo a ver, era grade e ponto final.

Como nós vamos à pesca para nos divertirmos, antes de abandonar acabámos por ficar entretidos numa poça com um caboz gigante que deu uma pequena sessão fotográfica.... Engraçada :)

Acho que vais ter que ir ao dentista...
Esticóbraço!
Pesca feita, hora de ir almoçar. Fomos almoçar num tasco onde se come como deve ser: Bom e Barato! Não preciso dizer muito mais, porque nota-se bem a fome com que o Grigas estava! :)

NHAM-NHAM!!
Já não teve o mesmo sorriso quando acabou o vinho fresquinho... Calma Grigas, ainda temos uma pescaria para fazer! :P

Não adianta, não vamos pedir outra!!
Repostas as energias, passámos por casa para trocar de material e seguimos para o Tejo. Não havia muita gente, eu até agradeci. Não gosto mesmo nada de confusão e era ideal para mostrar como é feita a pesca ao Grigas.

Fazemos uns lançamentos antes da viragem da maré, perdemos 2 ou 3 vinis, vou explicando para onde lançar e como trabalhar o vinil... Estávamos entretidos e a disfrutar a coisa! A maré começa a virar...

Estava o meu vinil a chegar perto quando levo uma pancada forte, sinto o vacilar da cana e rapidamente digo ao Grigas "Olha olha, já está!"

E instalou-se a loucura :)

ZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!!

O carreto começa a cuspir fio sem parar, a cana verga-se toda para aguentar o arranque, o Grigas maluco a puxar a linha dele para não atrapalhar... Lindo de se ver!

Puxa forte, manda mais uns arranques e apenas podia ir aguentando... Finalmente começa a parar. Hora de tentar perceber o que temos do outro lado, puxando devagar e bombeado. Não me parecia muito grande, comparando com a minha primeira mas corvina era de certeza.

Pouco a pouco foi cedendo, com a cana fui mantendo sempre tensão no fio que ajudava o carreto a recuperar. É importante manter a calma nestas alturas. Se o peixe estiver bem ferrado, acaba por sair eventualmente!

Antes de encostar, o peixe manda mais uns arranques mas já sem grande vigor. Acaba finalmente por encostar, um velho amigo vai lá baixo buscar o peixe e..... Já está! O Grigas estava imparável e num êxtase surreal, eu sorria de tão contente por ter sido bafejado com tamanha sorte e o melhor de tudo, por ter partilhado com ele este momento!

Uma pequena valentona!
Bocarra amarela!

Com cerca de 9kg e à volta de 1m de tamanho, revelou-se um oponente muito bom... É uma sensação única os arranques deste peixe! Foi uma bela captura.... E eu nem queria ir! :)

9.06Kg - 105cm
Vinil Mordiscado
Resta apenas agradecer ao amigo que lá foi buscar a corvina. Ele sabe bem quem é e qual a história por trás disto tudo, não preciso referir nomes.
Grande abraço para ti e mais uma vez, obrigado!
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

As viúvas da pesca

Li há uns tempos um post onde falava das viúvas do triatlo. Inicialmente estranhei o título e texto, mas optei por continuar ler para tentar compreender do que falava o texto. Percebi então que não são viúvas no estado civil, mas sim no estado de espírito, na forma como "perderam" os maridos para um desporto, para um hobbie que consome tudo à volta.

Dos vários desportos que existem, é possível que a pesca dos que mais tempo e disponibilidade poderá consumir. Por não ter um prazo pré-definido, uma pescaria de 30mins ou 1h, pode tornar-se numa noite inteira... Alguns mais corajosos e aventureiros chegam mesmo a fazer dias seguidos.
São precisas bastantes horas perto da água, ao frio, à chuva, com dores de costas e braços. Esta ausência do lar, muitas vezes quase religiosa, leva a que surjam as viúvas da pesca.

Mas serão todas as viúvas iguais?

A resposta é não.

Pode-se identificar pelo menos três tipos de viúvas: a negra, a alegre e a do além.

A viúva negra

Esta será a pior e mais temida de todas... Não aceita a morte da sua cara metade. Não existe a pesca, não há espaço sequer para referir tal palavra! Canas e amostras estão proibidas de serem referidas e ai dele que diga que já comia umas iscas de cebolada! Se for passível de ser associado à pesca, mais vale estar morto...
Viúva negra....
A preparação de alguém que tenha uma viúva negra terá que ser feita em segredo, escondido qual narcotraficante a atravessar a fronteira com um carregamento valioso. Preparar o material só em segredo e bem longe da vista, comprar umas amostras ou carreto novo e rapidamente o esconder, fazer uma pescaria rápida e a correr para depois ir buscar os filhos à escola ou pôr na natação...
Sempre que na casa de uma viúva negra se disser que hoje à noite ou amanhã de manhã vai haver uma pescaria, segue-se um silêncio sepulcral, estranho e desconfortável, seguido com uma mudança de assunto e possivelmente comportamento.
Esta viúva não gosta, não suporta, não admite e não se orgulha da pesca ou do seu pescador. O mar levou-lhe o marido e não se fala mais nisso.

Mas também existe o oposto, a viúva alegre...

A viúva alegre

Esta viúva é aquela a quem saiu a sorte grande, dá graças a Deus e todo o tipo de entidade divina por terem inventado os peixes e ao homem das cavernas por ter inventado o anzol!
"Eu adoro quando ele vai à pesca, é uma maravilha ter um fim de semana só para mim!"
"Vais à pesca de manhã e à tarde ficas tu com os miúdos que eu assim vou ali aos saldos com as minhas amigas!"
Viúva alegre....!
"Oh mor, hoje depois do jantar vou à pesca e só volto amanhã de manhã" e ela pensa logo "que sorte!! hoje vou poder ver a novela descansada, não o vou ouvir a ressonar e ainda tenho pão fresco logo pela manhã!"
O problema das viúvas alegres é a facilidade com que enterram o marido e deixam a vida continuar... Talvez também andem "à pesca", muito cuidado!

Por fim, existem as viúvas do além...

A viúva do além

Estas não acreditam que o marido se perdeu para sempre. Acreditam que passou para o lado de lá. E elas querem ir com ele.
Usam a pesca como ligação ao lado de lá. Participam, não participando. Vão acompanhando as viagens longas pela noite fora e dormem no carro, por vezes com o filho por perto para não ficar sozinho em casa.
Preparam o material como podem, ajudam a seleccionar as amostras como podem, antecipam/atrasam refeições para coincidir com o horário definido para a pescaria. Qual a roupa que devem levar, terá frio ou não, preparam uma muda de roupa caso algo aconteça, relembram o facto de ter referido que a lanterna estava fraca das pilhas.
Quando chega a hora de rumar ao mar, o pensamento da viúva do além costuma ser, “ele foi tão cedo… Tinha tanto para lhe dizer… Nem lhe verificar como está a linha do carreto..."
Tudo é ligação à nova qualidade do seu amado, amanhar um peixe fresco capturado por ele, um colete sujo que será lavado com o maior dos cuidados, um video feito durante a captura que irá ver em loop....
Viúva do Além!
Esta ligação e apoio faz toda a diferença. Ter alguém que sabe e compreende os momentos difíceis que por vezes surgem, aquele esforço e dedicação é recompensado mil vezes mais que qualquer captura.
Um simples "boa sorte" ao partir ou um "como correu?" ao chegar exausto, molhado e com frio são simplesmente isso, coisas simples. Mas que fazem a diferença!

É preciso ter o maior respeito e admiração por quem consegue viver, respirar e acompanhar esta loucura, mania ou bichinho da pesca. Demora-se sempre mais do que o estipulado, as 2h de pesca rápida transformam-se por vezes em 3h ou 4h. Não merecem o mau humor ao acordar depois de algumas horas de sono e uma fraca noite de pesca.
Não merecem um resmungar quando se chega a casa com uma cana partida ou um carreto pêrro e ainda tentam animar dizendo que tudo se resolve e no dia seguinte irão a correr à loja de pesca mais próxima!...

Quando, da próxima vez que estiverem à pesca, estiverem perdidos nos pensamentos, pensem nisto!
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domingo, 30 de abril de 2017

Encontro PCA às Trutas....Com surpresa!

No passado domingo (23) realizou-se mais um encontro organizado pelo Pesca Com Amostras cujo objectivo era uma manhã totalmente dedicada à pesca da truta com artificiais.

Como não podia deixar de ser eu, o João e o Grigas lá fizemos mais uma viagem daquelas surreais! E desta vez com um companheiro de viagem extra eheh :)

Chegamos a Penacova cedinho, apenas 5mins depois da hora combinada. Já estavam todos prontos e nós apenas tivemos tempo para os cumprimentos da praxe a vamos lá equipar que o dia não pára!
Equipados a rigor!
Selfie da praxe :)
Tirada a selfie da praxe, são feitos os primeiros lances sempre com um misto de ansiedade e expectativa. É terrível esta fase, todos queremos ter aquele primeiro momento, o primeiro ataque do dia, a primeira captura do dia :)
Concentradissimo!
O João em busca da truta...
Pouco a pouco, fomo-nos deslocando rio a baixo. Uns mais à frente, outros mais atrás, andávamos todos à procura...
Estava eu e o Grigas num cantinho a lançar para uma zona funda, quando eis que acontece a maior surpresa do dia.
Um valente e grande barbo persegue a minha medalha e ataca vigorosamente, dando umas boas e brutais corridas! Surreal!!!
Já não capturava um barbo há anos e nunca tinha capturado um com artificiais!

O melhor de tudo isto foi ter a câmara ligada e ficou tudo registado! :)


Eis as fotos... :)

Um grande barbo
Verdadeiro torpedo!
Impossível não sorrir!
Foi uma bela e fantástica captura, deixou logo o entusiasmo em alta! Agora só faltava encontrar a verdadeira estrela do dia, a truta...

Pelas margens fora, continuámos a lançar medalhas e artificiais. Tentámos enganar alguma truta que por ali andasse, mas nem o engenho nem a sorte nos valeram.

Entretanto, chegámos a uma zona habitualmente produtiva no que toca às capturas de truta. Nos anos anteriores, tinha sempre corrido bem e desta vez não foi diferente. Apenas um ou dois lançamentos e ferro uma! Não ficou para a foto, porque a pequena lá se soltou, mas ficam as poucas imagens que consegui do momento :)


Por ali permanecemos um bom bocado, a tentar a nossa sorte. Os barbos iam dando autênticos shows aquáticos entre saltos e mergulhos, mesmo à nossa frente.
A certa altura, deu-me a sensação de ter tido mais um ataque mas não ferrou...
Em busca da truta maravilha...
Já no regresso "à base" eu e o Grigas passámos por uma zona com um grande e escuro fundão. Perdemos 5 minutos para fazer o desvio e fomos lá fazer os lances finais, a ver se ainda nos safávamos. Num desses lances vejo um barbo passear à nossa frente e logo de seguida um outro peixe, que inicialmente confundi por barbo.

Na dúvida lancei na mesma... E mal cai o vinil a frente dele, atira-se com uma voracidade incrível que nem reacção tive, nem ferrou! Com o vinil ainda dentro de água, volta a atacar e não consegui ferrar, mais uma vez! Era um trutão daqueles.... No espaço de 1 ou 2 segundos aquilo que poderia ter sido a captura do dia, escapou-me pelas mãos mesmo ali à minha frente.... Enfim, é assim a pesca!

Hora de almoçar!

O restaurante recebeu-nos com muitos e bons petiscos, a conversa entre a malta foi fantásticas! Já fazia falta um encontro assim...
Selfie do almoço!
Foi um longo almoço mas valeu a pena, nestas alturas há tanto para contar e discutir que até parece que não dá tempo para nada! Ainda assim, houve tempo para o Grigas entregar mais umas preciosidades que pintou... Vejam lá estas maravilhas!
Pinturas by von Grigas :)
Antes de regressar (e ainda havia muitos km's para bater), tiramos uma bonita foto de grupo, para mais tarde recordar como se costuma dizer :)

"Oh pessoal, olhá foto!"
Selfie da despedida!
Este ano foi assim... Que venha o próximo!! :)
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